São Paulo, Segunda-feira, 5 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,22 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 192.115 -0,00% São Paulo 17°C 16° / 23°
A notícia como ela é
Governos estaduais podem influenciar mobilização no segundo turno presidencial
Brasil

Governos estaduais podem influenciar mobilização no segundo turno presidencial

Disputas em São Paulo, Minas, Rio, Bahia e Ceará devem afetar os cálculos das campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro.

As eleições deste domingo, 4, podem definir no primeiro turno as disputas para governador em 17 unidades da Federação. O resultado terá impacto nos cálculos das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), especialmente em estados com grande peso eleitoral.

São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Ceará concentram parte importante da atenção. A região Sudeste reúne 41,78% do eleitorado brasileiro, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com Lula e Flávio próximos nas pesquisas nacionais, diferenças no comparecimento e na mobilização dos aliados podem influenciar o resultado presidencial.

Em São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) aparece com 60% dos votos válidos na pesquisa Quaest, contra 36% de Fernando Haddad (PT). A expectativa é de vitória de Tarcísio no primeiro turno. A definição pode liberar tempo para a campanha presidencial, mas ainda não está claro quanto o governador participará da disputa por Flávio.

“Se Haddad não for para o segundo turno, pode atrapalhar a campanha do Lula no estado no segundo turno”, afirmou Moisés Selerges, candidato a deputado federal. Ele também ressaltou que eleitores podem combinar votos em candidatos de campos políticos diferentes.

Em Minas Gerais, Cleitinho (Republicanos) tem 54% dos votos válidos, enquanto Patrus Ananias (PT) aparece com 23% e Alexandre Kalil (PDT), com 10%. A margem de erro de três pontos impede afirmar que a eleição terminará no domingo. Na corrida presidencial, Lula tem 42% das intenções de voto no estado, ante 36% de Flávio, segundo o Datafolha de 2 de outubro.

No Rio, Eduardo Paes (PSD) registra 49% contra 40% de Douglas Ruas (PL) em um cenário que inclui Anthony Garotinho (Republicanos). Sem Garotinho, Paes chega a 51%. Na disputa presidencial, Flávio tem 45% no estado, contra 38% de Lula.

Na Bahia e no Ceará, Jerônimo Rodrigues (PT) e Elmano de Freitas (PT) lideram disputas concentradas. Elmano aparece com 50% contra 47% de Ciro Gomes (PSDB). Em Alagoas e Pernambuco, Renan Filho (MDB) e João Campos (PSB) também podem vencer no primeiro turno.

No Sul, aliados de Flávio lideram em parte dos estados. Sergio Moro (PL) está à frente no Paraná, Luciano Zucco (PL) lidera no Rio Grande do Sul e Jorginho Mello (PL) tem 54% dos votos totais em Santa Catarina.

Os resultados podem oferecer tempo, lideranças e estrutura para a campanha presidencial. O efeito, porém, dependerá do empenho dos aliados e da disposição dos eleitores para voltar às urnas em um eventual segundo turno.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5