Fernanda Fialho morreu aos 29 anos nessa sexta-feira (2/10). Influenciadora, escritora e palestrante, ela ficou conhecida pelo perfil Para Que Tabu, onde abordava o autismo a partir da própria experiência e da maternidade. A causa da morte não foi divulgada.
Autista nível 2 de suporte, Fernanda recebeu o diagnóstico na vida adulta, depois que a filha, Ana Laura, de 5 anos, também foi identificada como autista. A partir disso, passou a tratar nas redes do diagnóstico tardio e da realidade de adultos que precisam de suporte.
O perfil reunia mais de 160 mil seguidores. Fernanda compartilhava relatos da rotina com a filha e discutia temas como maternidade atípica, diversidade e saúde mental. Ela também levava assuntos relacionados à neurodivergência e à inclusão para palestras.
Em 2025, lançou o livro A história que meus pais não contariam – sobrevivendo sem o diagnóstico de autismo, sobre a própria trajetória antes de descobrir que era autista.
Fernanda também falava sobre momentos difíceis, incluindo tratamentos de saúde mental e internações psiquiátricas. Em uma das últimas discussões publicadas no perfil, abordou a necessidade de suporte e supervisão para pessoas neurodivergentes na vida adulta.








