PARAÍBA — João Azevêdo, do PSB, e Veneziano, do MDB, foram eleitos senadores da República pela Paraíba nas eleições de 2026. A apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com 99,08% das urnas apuradas, apontava 32,53% dos votos válidos para Azevêdo e 22,71% para Veneziano.
Em 2026, uma vaga estava em disputa no Senado pela Paraíba, que teve 10 candidatos concorrendo ao cargo. Cada unidade federativa tem três representantes no Senado, e o mandato de senador da República é de oito anos. Por isso, há eleições em que os estados escolhem dois senadores e outras em que apenas um é eleito.
João Azevêdo Lins Filho é engenheiro civil, professor universitário e político paraibano. Natural de João Pessoa, trabalhou com planejamento urbano e execução de obras públicas antes de ingressar na política. Também ocupou o cargo de secretário de Estado da Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia na Paraíba.
Filiado ao PSB, Azevêdo disputou o Senado com a defesa de projetos de infraestrutura, atração de investimentos e investimentos públicos para a Paraíba em Brasília. Entre as pautas apresentadas por ele estão a expansão da segurança hídrica, o fortalecimento do turismo e o desenvolvimento do Nordeste.
Veneziano Vital do Rêgo Segundo Neto é advogado e político paraibano. Natural de Campina Grande, começou a carreira como vereador na cidade e depois foi eleito e reeleito prefeito do município, entre 2005–2012. Filiado ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), defende o envio de emendas e recursos para municípios paraibanos e investimentos em infraestrutura, recursos hídricos e transição energética.
Nas eleições de 2026, o segundo turno ocorre apenas para presidente e governador, quando nenhum candidato alcança 50% mais um dos votos válidos. A segunda etapa está marcada para 30 de outubro, com votação das 8h às 17h, no fuso de Brasília, em todo o país.
Eleitores que não votaram no primeiro turno ainda podem votar no segundo, desde que o título eleitoral esteja regular. Cada turno é considerado uma eleição independente pela Justiça Eleitoral. Quem não justificar a ausência no primeiro turno tem até 60 dias após cada turno para regularizar a situação. O procedimento pode ser feito pelo e-Título e pelo Sistema Justifica, com documentos que comprovem o motivo alegado.








