Ricardo Cappelli, candidato ao Governo do Distrito Federal pelo PSB, criticou a influência de deputados distritais sobre estruturas e corporações da segurança pública. Para ele, a área foi loteada politicamente e precisa deixar de seguir interesses partidários.
“Segurança pública não pode ser loteada entre deputados distritais nem funcionar de acordo com interesses políticos”, afirmou Cappelli durante uma agenda de sabatinas, entrevistas e panfletagem realizada nesta terça-feira (22/9).
O candidato disse que a polícia deve atuar como instituição de Estado. Também defendeu a recomposição dos efetivos, melhores condições de trabalho e remuneração compatível com as responsabilidades dos profissionais.
Propostas para as forças de segurança
Em reuniões com representantes da Polícia Civil do Distrito Federal, no Sindicato dos Delegados de Polícia (Sindepo) e no Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Cappelli afirmou que pretende lutar pela valorização salarial dos servidores e pelo fortalecimento da corporação.
Entre as propostas apresentadas durante a campanha estão investimentos em inteligência e a ampliação do policiamento ostensivo nas ruas do Distrito Federal. Cappelli também declarou que as forças de segurança reúnem profissionais qualificados e comprometidos.
O candidato questionou ainda a administração do orçamento do Distrito Federal. Segundo ele, existem recursos disponíveis, mas falta definir prioridades para a aplicação do dinheiro público.
A saúde foi citada como um exemplo desse problema. Cappelli mencionou as dificuldades enfrentadas pela população para obter atendimento, consultas, exames e cirurgias na rede pública.
Ao longo das atividades, ele afirmou que pretende mudar a gestão do Distrito Federal, com reorganização dos serviços públicos, valorização dos servidores, fortalecimento das instituições e melhor uso dos recursos.








