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Mário Frias e produtora de Dark Horse são proibidos de deixar o Brasil após operação
Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Brasil

Mário Frias e produtora ficam impedidos de deixar o Brasil em investigação

Decisão de Flávio Dino também proíbe contato entre os dois; operação apura suspeitas sobre recursos públicos destinados ao filme Dark Horse.

O deputado federal Mário Frias (PL-SP) e a produtora Karina Gama foram proibidos de deixar o Brasil sem autorização prévia durante a investigação sobre o financiamento do filme Dark Horse. Por decisão do ministro do STF Flávio Dino, os dois também não podem se comunicar entre si.

As medidas fazem parte da operação Make Up, realizada pela Polícia Federal nesta quinta-feira. As restrições foram estendidas a outras 27 pessoas investigadas. Ao todo, os agentes cumpriram 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Ceará e no Distrito Federal.

Durante a operação, foram encontradas armas. O armamento estava com Mário Frias, mas o endereço em que foi localizado é diferente do que aparece no registro das armas.

Investigação sobre recursos públicos

A Polícia Federal apura um suposto desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares. Os valores foram repassados, por meio de termo de fomento, a uma organização da sociedade civil.

As investigações consideram a possível atuação de uma organização criminosa com participação de agentes públicos e privados. O grupo é suspeito de direcionar os recursos para empresas subcontratadas de maneira irregular, sem comprovação da prestação dos serviços contratados. As tentativas de ocultar os supostos desvios teriam continuado até julho deste ano.

Em agosto, Flávio Dino autorizou o compartilhamento, com a Polícia Federal, de dados da Polícia Civil paulista sobre materiais apreendidos na operação Wi-Fi, que teve Karina Gama como alvo.

Segundo a PF, análises financeiras identificaram movimentações de centenas de milhões de reais entre empresas investigadas. O caso envolve suspeitas de peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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