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TST adia análise da greve dos Correios para quinta-feira, 25
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TST adia análise da greve dos Correios para quinta-feira, 25

Tribunal vai avaliar o dissídio coletivo e o pedido para declarar a paralisação abusiva após receber novos documentos.

A greve dos trabalhadores dos Correios continua sem definição. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) marcou para quinta-feira, 25, a sessão que vai analisar o dissídio coletivo e o pedido da estatal para declarar a paralisação abusiva.

A reunião anterior foi suspensa depois que os Correios apresentaram novos documentos na sexta-feira, 19. O adiamento permitirá que as entidades representantes dos trabalhadores se manifestem sobre o material.

A paralisação começou em 10 de setembro, após o fracasso das negociações para o novo Acordo Coletivo de Trabalho. O principal impasse envolve o plano de saúde de funcionários, aposentados e dependentes.

Plano de saúde e reajuste

Os Correios defendem deixar de administrar o plano, mas manter o subsídio aos empregados. A proposta reduziria o risco atuarial assumido pela empresa, que inclui provisões de quase R$ 600 milhões. Os trabalhadores querem preservar o modelo atual.

O reajuste salarial de 4,35%, equivalente ao INPC, é um dos pontos de consenso. O pagamento seria retroativo a 1º de agosto.

Durante a greve, o TST determinou a manutenção de 80% do efetivo dos Correios para garantir a continuidade dos serviços. A Corte também recebeu o pedido de dissídio coletivo apresentado pela estatal, que inclui a solicitação de que a paralisação seja considerada abusiva.

Situação financeira

Os Correios afirmam que precisam controlar despesas durante o processo de reestruturação. A empresa informa que 89% das receitas são destinadas a salários e benefícios, o que dificulta a recuperação financeira.

A estatal ainda aguarda a definição de um empréstimo de R$ 7 bilhões de um grupo de bancos, com garantia da União. No fim do ano passado, contratou R$ 12 bilhões nas mesmas condições para pagar dívidas atrasadas e regularizar a operação.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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