LOS ANGELES — A 78ª edição do Emmy Awards acontece nesta segunda-feira, 14, no Peacock Theater, em Los Angeles. The Pitt chega como a principal favorita, liderando a premiação com 25 nomeações.
A série médica conquistou público e crítica e mantém, em seu segundo ano, o ritmo do roteiro, as atuações e a força da produção. Noah Wyle aparece como o nome mais forte na categoria masculina pelo trabalho realizado na segunda temporada.
Pluribus é apontada como a principal concorrente. A produção da Apple TV se destaca pela originalidade, especialmente no roteiro. Rhea Seehorn é considerada a favorita entre as atrizes por conduzir o tom e o ritmo da história e entregar uma das atuações mais elogiadas do ano na televisão.
Disputas entre comédia e drama
Na categoria de comédia, Widow’s Bay ganhou força com uma narrativa inovadora, construção precisa e ritmo criativo. A série da Apple TV também é destacada pelo humor. Matthew Rhys aparece como o favorito entre os atores, enquanto Jean Smart é apontada como a principal candidata entre as atrizes pelo trabalho em Hacks.
Em sua temporada final, Hacks combina humor e desenvolvimento de personagens. A produção da HBO Max aborda temas atuais e multigeracionais e aposta no protagonismo feminino. Por isso, é vista como uma possível vencedora, mesmo sem partir como a favorita.
DTF St. Louis é considerada a aposta mais forte na categoria de minissérie. A produção da HBO Max apresenta uma abordagem inovadora, com humor e química entre os protagonistas. A segunda temporada de Treta também mantém o nível das temporadas anteriores e aparece como uma concorrente direta.
Oscar Isaac é apontado como o nome mais forte entre os atores principais pelo trabalho na segunda temporada de Treta. Sarah Snook surge como favorita entre as atrizes por sua atuação dramática em All Her Fault.
Debate sobre diversidade
A cerimônia também chega cercada por discussões sobre diversidade. Foram 22 pessoas não brancas ou estrangeiras indicadas nas categorias de atuação e apresentação, o menor índice dos últimos 15 anos.
A redução provocou críticas públicas, inclusive de Cris Abrego, presidente da Academia de Artes e Ciências Televisivas. Ele reconheceu um retrocesso diante do volume de produções diversas e globais que ficaram fora da lista.







