SÃO PAULO — A menção a Fernando Haddad em uma homenagem publicada por Marisa Orth para Roney Facchini provocou críticas entre os seguidores da atriz. Parte do público questionou a inclusão de política no texto de despedida.
Roney Facchini morreu nesse domingo (6/9), em São Paulo, aos 73 anos. Ele interpretou Luís, patriarca da família Silva, no programa infantil Rá-Tim-Bum, da TV Cultura, e também trabalhou na televisão, no cinema e no teatro.
A mensagem de Marisa foi publicada na madrugada desta segunda-feira (7/9). Ao lamentar a perda, ela ressaltou a amizade entre os dois e a trajetória do ator e comediante. “Agora doeu. Perdemos o Roney Facchini. Eu perdi um amigo, o Brasil perdeu um imenso ator e estupendo comediante. O mais engraçado de nós”, escreveu.
Na sequência, a atriz associou o amigo a posições contrárias ao fascismo, à injustiça e à ignorância. Também afirmou que ele se indignava publicamente e lamentou que Facchini tivesse morrido antes das eleições.
No encerramento, Marisa declarou apoio a Fernando Haddad, do PT, e relacionou o voto à luta que atribuía a Roney: “Roney se foi, estamos um pouco perdidos, mas é Fernando Haddad [PT]. Estou com Roney e sigo na sua luta”.
Nos comentários, internautas criticaram a decisão de mencionar as eleições durante a homenagem. “O negócio tá feio, tá chato. Faltou noção. Nem no momento triste da perda de uma pessoa relevante há o respeito. Tem que ser militante político nessa hora?”, escreveu um deles. Outro também reclamou da referência à política no texto de despedida.








