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“Hope - O Primeiro Impacto” chega ao Brasil em outubro após sucesso na Coreia do Sul
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“Hope - O Primeiro Impacto” chega ao Brasil em outubro após sucesso na Coreia do Sul

Terror de Na Hong-jin estreia em 8 de outubro e reúne monstros alienígenas, ficção científica e comédia.

“Hope - O Primeiro Impacto” estreia nos cinemas brasileiros em 8 de outubro. Dirigido por Na Hong-jin, o terror acompanha uma pequena cidade da Coreia do Sul invadida por seres monstruosos alienígenas.

O filme estreou mundialmente no Festival de Cannes, na disputa pela Palma de Ouro. A produção também está entre as mais caras da história do cinema sul-coreano e se tornou o filme coreano de maior bilheteria de todos os tempos em seu país, com 16,8 milhões de ingressos só na estreia.

No elenco estão Hwang Jung-min, Zo In-sung, Jung Ho-yeon, Alicia Vikander e Michael Fassbender. Na Hong-jin também dirigiu “The Chaser” e “Walling”.

As primeiras avaliações destacam a mistura de gêneros e a escala das cenas. Gene Park descreveu o longa como uma “épica aventura de monstros com quase três horas de duração” que combina terror, ficção científica e comédia pastelão. Ele também comparou parte das sequências à grandiosidade de Steven Spielberg e à ação de “Mad Max: Estrada de Fúria”.

Pete Hammond afirmou que a história não se concentra no desenvolvimento dos personagens e gira em torno da tentativa de eliminar a ameaça alienígena. Para ele, a combinação de ficção científica e monstros não dá trégua durante duas horas e quarenta minutos e supera produções hollywoodianas do gênero. O crítico ainda relacionou as capturas de movimento às usadas em “Avatar”.

Alissa Wilkinson avaliou que o filme funciona tanto como uma fábula quanto como uma história de monstros, com implicações políticas. Segundo ela, Na Hong-jin e o diretor de fotografia Hong Kyung-pyo transformam as cenas de alta velocidade em um “gracioso balé”.

A crítica também apontou que, embora o enredo possa parecer familiar, a técnica chama atenção. A experiência de assistir ao longa foi comparada à de jogar um game de tiro pós-apocalíptico, levando a uma reflexão sobre a sensibilidade do público diante de filmes, séries e jogos do gênero.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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