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Desafio de guitarra termina em pegadinha com áudio original do Charlie Brown Jr.
Foto: Reprodução/Instagram
Entretenimento

Desafio de guitarra termina em pegadinha com áudio original do Charlie Brown Jr.

Rafael Maximiano dublou os acordes de uma gravação e recebeu avaliação de Rick Bonadio sem revelar o uso do áudio original.

A avaliação de Rick Bonadio acabou fazendo parte da pegadinha preparada por Rafael Maximiano, conhecido no Instagram como Raffael Max. O guitarrista participou de um desafio lançado pelo produtor do Charlie Brown Jr. para mostrar que outros músicos não conseguiriam se aproximar do som feito pela banda.

Em vez de executar a música na guitarra, Rafael reproduziu a gravação original e apenas simulou os acordes. Bonadio, que produziu a canção, não percebeu o uso do áudio e analisou o desempenho do músico. “Ficou bom, mas falta um pouco. Foi quase”, comentou o produtor.

A brincadeira foi compartilhada no Instagram e recebeu comentários de usuários. Um deles classificou a ideia como “Que sacada […] Sensacional”. Outro afirmou que Rafael deveria ser considerado o vencedor do desafio. Uma terceira mensagem chamou a ação de uma grande zoeira no mundo da música.

A explicação do guitarrista

Rafael disse que também queria demonstrar que não é possível identificar, sem saber previamente, a diferença entre o som original de uma guitarra e o de um cover. Para ele, a discussão sobre o uso de amplificação não faz sentido quando o ouvinte não tem essa informação.

“Trollei todos os sommelier de guitarra da Internet. Não gravei nada. Só coloquei áudio original e fiquei dublando”, afirmou. O músico explicou que a tecnologia atual consegue reproduzir muitas nuances e que cópias de sons de qualidade podem ser usadas com sucesso.

Na avaliação de Rafael, até grandes nomes da guitarra recorrem a esse recurso em shows. A experiência com Bonadio foi usada pelo guitarrista para reforçar o argumento de que um teste sem identificação da origem do áudio não permitiria distinguir a gravação original de uma cópia.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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