A apresentadora Tati Machado, 35, falou sobre o luto após a perda do filho, Rael, durante a primeira gestação. Em um vídeo nas redes sociais, ao lado da influenciadora Karine Carrijo, ela contou como tem lidado com a experiência de ser “mãe de anjo”, expressão usada para mulheres que perderam filhos na gestação, no parto ou logo depois do nascimento.
Tati afirmou que atravessa o período em intervalos curtos. “Não é um dia de cada vez, é uma hora de cada vez, porque é um cansaço”, disse. Ela também lembrou a sala de parto e contou que fez questão de segurar o filho, embora hoje desejasse ter permanecido mais tempo com ele.
Lembranças do parto
A apresentadora relatou que recebeu a orientação de tirar uma foto na sala de parto, mas inicialmente considerou a ideia fúnebre. Um psicólogo explicou que a imagem poderia ser importante como uma lembrança concreta. Tati afirmou que só conseguiu olhar a fotografia um ano depois.
Durante a primeira gestação, em maio de 2025, Rael teve uma parada cardíaca. Tati precisou passar pelo trabalho de parto aos oito meses de gravidez. Karine Carrijo também se identifica como “mãe de anjo”: após o parto do filho Levi, em janeiro de 2024, o coração do bebê parou de bater.
No vídeo, Tati orientou pessoas que acompanham alguém em uma situação semelhante a ouvir, sem a necessidade de encontrar palavras. Para ela, falar sobre a experiência pode ajudar no processo de cura.
Atualmente, a jornalista e apresentadora está em uma segunda gestação, com seis meses. Ao final do relato, deixou uma mensagem para outras mães que enfrentaram a morte de um bebê: “Se respeite, se acolha. Não se culpe por tentar sobreviver”.







