O Brasil terminou a participação feminina na etapa de Szombathely da Copa do Mundo de Ginástica Artística com prata e bronze no solo. Flávia Saraiva ficou em segundo lugar, enquanto Lorrane Oliveira terminou na terceira posição. O ouro foi conquistado pela norte-americana Dulcy Caylor.
Lorrane recebeu 12.933 pontos em sua apresentação. Ao som da trilha sonora de Missão impossível, ela completou a série com apenas um desconto: em uma passada acrobática, terminou com um pé fora dos limites do aparelho.
Flávia apresentou-se ao som dos clássicos brasileiros Homem com H e Asa Branda. Ela completou todas as sequências acrobáticas e de dança e chegou a assumir a liderança da prova, com 13.433 pontos.
Na última apresentação do dia no solo, Dulcy Caylor fez uma série cravada e marcou 0,033 ponto a mais que a brasileira. Com isso, garantiu o título para os Estados Unidos e deixou Flávia com a medalha de prata.
A conquista foi a terceira medalha de Flávia Saraiva no Mundial da Hungria. Antes da final do solo, ela havia vencido as provas das barras assimétricas e da trave. No sábado (19/9), a brasileira ficou em primeiro lugar nas barras assimétricas. Neste domingo (20/9), ganhou a trave em dobradinha com Rebeca Andrade.
A etapa de Szombathely, na Hungria, é a última da Copa do Mundo de Ginástica Artística antes do Mundial de Roterdã, principal competição da modalidade no ano. Flávia Saraiva, Rebeca Andrade e Lorrane Oliveira devem estar entre os nomes convocados para a Seleção Brasileira no torneio.








