O Dia Internacional da Música é celebrado nesta quinta-feira, 1º de outubro. A data foi instituída pelo Conselho Internacional de Música (IMC), que realizou a primeira edição em 1975, após uma resolução aprovada dois anos antes, em Lausanne, na Suíça.
A criação da celebração foi conduzida pelo violinista Yehudi Menuhin, que presidia o conselho na época. A proposta era ampliar o acesso à música e estimular o intercâmbio cultural e a amizade entre os povos.
Mais de cinco décadas depois, a música está presente tanto em experiências coletivas quanto no consumo individual. Shows gratuitos reúnem multidões em grandes cidades, enquanto as plataformas de streaming mudaram a forma como o público descobre e ouve novas faixas.
Grandes públicos no Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro está entre os locais que receberam alguns dos maiores públicos da história da música. Na virada de 1994 para 1995, o show de Rod Stewart em Copacabana reuniu uma multidão estimada em 3,5 milhões de pessoas, segundo o Guinness World Records.
A praia voltou a registrar um grande evento em 2025. Em 3 de maio, o show gratuito de Lady Gaga levou cerca de 2,1 milhões de pessoas a Copacabana, conforme o Guinness. O evento estabeleceu o recorde de maior público para um show solo de uma artista feminina.
No Brasil, a música aparece em diferentes momentos, das rodas de samba aos megashows em estádios. Ela também acompanha celebrações, relacionamentos, lembranças e encontros.
Nesta quinta-feira, 1º, o ranking diário do Spotify Brasil mostra sertanejo e funk entre os principais destaques do Top 10. As faixas também transitam entre esses estilos, indicando a variedade presente entre as músicas mais ouvidas no país no momento.








