São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% São Paulo 23°C 18° / 28°
A notícia como ela é
Enviados de Trump vão a Moscou discutir plano de paz para a Ucrânia
Foto: Divulgação/X/@Kadmitriev/Afp
Mundo

Enviados de Trump vão a Moscou discutir plano de paz para a Ucrânia

Steve Witkoff e Jared Kushner devem seguir para Kiev após reunião em Moscou, em meio à intensificação dos ataques entre Rússia e Ucrânia.

Os enviados dos Estados Unidos Steve Witkoff e Jared Kushner estão em Moscou neste sábado, 5, para discutir uma proposta de paz para encerrar o conflito entre Rússia e Ucrânia. Depois da reunião, os dois devem viajar para Kiev pela primeira vez desde que começaram a atuar como mediadores da guerra.

A visita ocorre em meio à intensificação dos ataques de longo alcance entre os dois países. Na madrugada deste sábado, os dois aeroportos da capital ucraniana foram atingidos por bombardeios russos, segundo o presidente Volodymyr Zelensky. Ele afirmou que os ataques tentaram atrapalhar a viagem dos representantes americanos.

Horas depois, a presidência russa informou que Vladimir Putin determinou que Kiev não fosse atacada durante três dias, por causa da presença dos enviados dos Estados Unidos.

Witkoff e Kushner chegaram pouco antes das 13h00 locais, 07h00 no horário de Brasília, ao aeroporto de Vnukovo, em Moscou. Eles foram recebidos por Kirill Dmitriev, enviado russo para assuntos econômicos.

Negociações e novos ataques

Desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca, no início de 2025, os Estados Unidos lançaram vários ciclos de negociação para tentar encerrar a guerra, iniciada em fevereiro de 2022 com uma ofensiva russa em grande escala contra a Ucrânia. Até agora, os esforços não produziram resultados tangíveis.

“Eles levam uma proposta para acabar com a guerra”, disse Trump. O presidente americano afirmou ainda que os enviados foram para verificar se seria possível alcançar um acordo.

Nas últimas semanas, Rússia e Ucrânia ampliaram o uso de mísseis e drones de longo alcance. O número de civis mortos subiu a níveis inéditos desde o início dos combates, há mais de quatro anos.

Antes do anúncio da viagem, um drone russo atingiu a sede do serviço de segurança ucraniano, o SBU, no centro de Kiev. Em Kamianske, no sudeste da Ucrânia, um ataque russo matou quatro pessoas e feriu cinco, segundo Oleksandr Ganzha, chefe da administração militar regional de Dnipropetrovsk.

A ida dos enviados americanos ocorre após a visita do diretor da CIA, John Ratcliffe, a Moscou na semana passada. De acordo com o Kremlin, ele se reuniu com os serviços de inteligência russos. Trump classificou a viagem como “semirrotineira”.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5