São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% São Paulo 23°C 18° / 28°
A notícia como ela é
Marco Rubio visitará Colômbia, Equador e Peru entre 8 e 10 de setembro
Foto: Jonathan Nackstrand/AFP
Mundo

Marco Rubio visitará Colômbia, Equador e Peru entre 8 e 10 de setembro

Secretário de Estado dos Estados Unidos discutirá segurança contra o narcoterrorismo e relações comerciais durante a viagem.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, viajará à Colômbia, ao Equador e ao Peru entre 8 e 10 de setembro. O Departamento de Estado informou que a agenda busca fortalecer alianças americanas na América do Sul.

A visita terá como foco a cooperação contra o narcoterrorismo e o aprofundamento das relações comerciais entre os países. Colômbia e Equador são considerados aliados importantes de Washington na região. O Peru também anunciou adesão ao Escudo das Américas, iniciativa lançada por Donald Trump para combater o narcotráfico na América Latina por meio de operações militares conjuntas.

Segurança e cooperação militar

Os governos de Equador e Colômbia já anunciaram operações conjuntas com os Estados Unidos. A estratégia inclui cooperação militar em fronteiras compartilhadas e a construção de megapenitenciárias inspiradas em unidades de El Salvador.

A política de segurança ganhou espaço no discurso eleitoral de governos de direita na América Latina e no Caribe. A mudança ocorreu ao mesmo tempo que Trump voltou à Casa Branca, em janeiro de 2025.

Na Colômbia, Abelardo de la Espriella venceu a eleição presidencial por 250 mil votos de diferença, de acordo com as informações apresentadas no texto. No Peru, Keiko Fujimori chegou à Presidência com 43 mil votos à frente, depois de três tentativas frustradas.

No Equador, Daniel Noboa tornou-se presidente após uma ascensão rápida na política. O governo de Noboa também é apontado como aliado de Washington. O presidente equatoriano visitou a capital americana duas vezes desde o início do ano.

Os Estados Unidos mantêm uma campanha de ataques militares contra cartéis de drogas. A iniciativa recebeu críticas moderadas de alguns governos, principalmente de países que não seguem a agenda conservadora de Washington, como Brasil e México.

De la Espriella pretende recuperar a certificação da Colômbia como parceira na luta antidrogas, perdida em setembro do ano passado, e retomar a agenda comercial com Trump. O governo americano também assinou acordos bilaterais de reciprocidade com países como Argentina e Equador.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5