SÃO PAULO — Veigh encerra o ciclo do álbum “Eu Venci o Mundo” com o DVD “EVOM – A Última Dança”, gravado no Espaço Unimed, em São Paulo. O lançamento está marcado para 13 de setembro, no YouTube e em todas as plataformas digitais.
O disco, lançado em 2025, é o terceiro álbum do trapper. Veigh afirma que o DVD foi escolhido como forma de concluir a fase depois de marcas, clipes, álbum e turnê. No trap brasileiro, esse modelo ainda não tem um manual, ao contrário do que ocorre no sertanejo e no pagode.
O artista também falou sobre dinheiro e administração. Criado em uma realidade de pobreza, ele diz que passou muito tempo com medo de voltar a não ter nada. Hoje, além da carreira musical, é sócio da Supernova Ent., selo que mantém com o produtor André Nagalli e que reúne outros artistas da cena.
Artista e empresário
Veigh afirma que separa a atuação como artista da função de sócio e que acompanha de perto os gastos da empresa. Antes de viagens ou projetos, revisa quem precisa participar e o motivo, considerando despesas como passagens aéreas e hospedagem.
Para equilibrar a carreira artística e os negócios, ele cita Anitta como principal referência brasileira. Veigh diz que gostaria de ser mais reconhecido por esse lado, embora evite expor a gestão da empresa nas redes sociais por considerar que isso pode parecer forçado.
Sobre a Supernova, o trapper afirma que a empresa cresceu desde os primeiros trabalhos feitos em um quarto e que hoje ocupa um prédio de três andares.
Veigh já alcançou 100 milhões de streams e lotou 11 datas de turnê, mas afirma que ainda não sabe definir sucesso. Para ele, a principal mudança foi deixar de passar necessidades e poder ajudar a família. O artista resume que sucesso é ter paz ao ver os familiares bem.








