São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% São Paulo 23°C 18° / 28°
A notícia como ela é
Defesa de Flávio Bolsonaro tentou quatro vezes redirecionar de Dino para Mendonça investigação sobre 'Dark Horse'
Foto: Luiz Silveira/STF
Política

Defesa de Flávio Bolsonaro pediu mudança de relator em investigação sobre Dark Horse

Advogados fizeram quatro pedidos para levar a apuração de Flávio Dino a André Mendonça no Supremo Tribunal Federal.

A defesa do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-SP) apresentou quatro pedidos para que André Mendonça assumisse, no lugar de Flávio Dino, a investigação sobre emendas parlamentares destinadas a entidades ligadas à produtora de Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro.

Em uma das solicitações, os advogados argumentaram que Mendonça deveria concentrar também essa apuração, já que conduzia outras investigações relacionadas à cinebiografia. A defesa afirmou que houve uma tentativa de criar uma prevenção artificial de Dino no caso: “verdadeira manipulação das regras de competência”.

Duas petições foram encaminhadas ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin. As demais foram destinadas a Flávio Dino.

O que é investigado

A apuração inclui repasses de R$ 62,8 milhões feitos por Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, a pedido de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Também são analisados o possível uso de parte do dinheiro para financiar Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos e a indicação de emendas parlamentares para entidades ligadas à produtora do filme.

Mario Frias e Karina Gama, dona da Go Up, foram alvos da ação. A operação foi autorizada por Flávio Dino para investigar um suposto esquema de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, informou a Polícia Federal.

A PF declarou ter encontrado movimentações de centenas de milhões de reais entre empresas associadas ao esquema. A investigação considera suspeitas de peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5