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Campanha de Caiado defende que Brasil pode ser grande player global em saúde
Política

Mandetta propõe indústria de saúde voltada ao mercado global na campanha de Caiado

Ex-ministro defendeu reduzir a dependência de insumos importados e ampliar a produção nacional durante evento em São Paulo.

Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde e responsável pela área de saúde na campanha de Ronaldo Caiado à Presidência, defendeu que o Brasil amplie a produção nacional para se consolidar no mercado internacional de saúde. A declaração foi feita nesta quinta-feira (24.set.2026), durante o Fórum Saúde, Diálogo e Desenvolvimento – A Indústria da Saúde na Agenda Presidencial, em São Paulo.

Mandetta afirmou que o país precisa diminuir a dependência de insumos importados e aumentar a capacidade da indústria. Para ele, limitar a produção ao atendimento do SUS reduz a escala possível para o setor. A proposta inclui ampliar as exportações e buscar acordos estratégicos com outros mercados.

O ex-ministro também citou o respeito às patentes e o estímulo aos medicamentos genéricos como medidas para reconstruir a indústria nacional. Ele destacou ainda a relevância internacional do SUS e mencionou a contribuição das origens indígenas, negras e imigrantes na formação do país.

Durante o encontro, Mandetta relembrou a dependência externa de máscaras, equipamentos de proteção e seringas observada na pandemia de covid-19. Na avaliação dele, fortalecer a produção brasileira e integrar o país a outros mercados ajudaria a garantir o fornecimento desses itens em quantidade e prazo adequados.

Tecnologia e acesso

Ao abordar a incorporação de inovações, Mandetta criticou o intervalo de 180 dias entre a aprovação de uma tecnologia e sua oferta ao paciente. Ele sugeriu conectar unidades básicas, hospitais e sistemas de informação, além de criar um repositório nacional de dados de saúde e um “Centro Nacional de Inteligência Artificial”.

Sobre a judicialização, o representante da campanha de Caiado afirmou que o fenômeno revela problemas de acesso, orçamento e incorporação tecnológica. “A judicialização não é a doença, ela reflete problemas estruturais”, disse. Ele defendeu que o Congresso discuta o tema e pediu tratamento tributário diferenciado para medicamentos na reforma fiscal, por considerá-los essenciais aos pacientes.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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