A pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 14, mostra Luiz Inácio Lula da Silva numericamente à frente de Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno. O presidente passou de 45% para 47%, enquanto o senador permaneceu com 46%. A diferença está dentro da margem de erro, de 2 pontos percentuais, e mantém os dois em empate técnico.
No primeiro turno, Lula também avançou. Na pesquisa espontânea, subiu de 39% para 40%. No principal cenário estimulado, passou de 39% para 42%. Flávio foi de 31% para 34% na espontânea e de 35% para 37% na estimulada.
Augusto Cury caiu de 9% para 6% no cenário estimulado. Ronaldo Caiado aparece com 5%, Renan Santos com 2%, e Romeu Zema e Samara têm 1% cada.
Segundo turno e potencial de voto
Lula aparece numericamente à frente dos demais nomes testados: tem 47% contra 41% de Caiado, 49% contra 39% de Zema, 48% contra 37% de Renan Santos e 45% contra 42% de Cury. Na rodada anterior, Cury tinha 45%, contra 43% do presidente.
O potencial de voto de Lula, que reúne os eleitores que votariam apenas nele e os que poderiam escolhê-lo, subiu de 47% para 50%. Flávio passou de 47% para 48%. Cury registra 42%, Caiado, 37%, Zema, 31%, e Renan Santos, 24%.
A rejeição de Lula oscilou de 49% para 48%. A de Flávio ficou em 50% pela terceira semana seguida. Assim, o presidente tem 50% de potencial de voto e 48% de rejeição, enquanto Flávio registra 48% e 50%, respectivamente.
Entre os entrevistados que escolheram um candidato, 83% dizem que a decisão está definida, ante 81% na semana passada. Outros 17% admitem mudar de opção. A taxa de voto consolidado é de 89% entre eleitores de Lula e de 86% entre os de Flávio.
Avaliação do governo
A aprovação do governo subiu de 45% para 47%, enquanto a desaprovação oscilou de 50% para 49%. A distância entre os indicadores caiu de 5 para 2 pontos percentuais. Na avaliação qualitativa, 37% consideram a administração ótima ou boa, 18% a classificam como regular e 44% dizem que ela é ruim ou péssima.
A 14ª rodada ouviu 2.003 eleitores por telefone entre 11 e 13 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04076/2026.







