BLUMENAU — Túlio de Amorim Pfuetzenreiter, do partido Missão, disputa pela primeira vez uma vaga no Senado nas eleições de 2026. Empresário, ele nasceu em Blumenau, Santa Catarina, e tem como suplentes o Comandante Edupercio Pratts e Diego Vieira, ambos filiados ao mesmo partido.
Esta é a segunda disputa eleitoral de Pfuetzenreiter. Em 2024, ele concorreu ao cargo de suplente de vereador de Indaiá, em Santa Catarina, pelo partido Novo. Agora, busca uma cadeira na Casa Alta do Congresso Nacional.
Ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato declarou R$ 967,2 mil em bens. A maior parte do patrimônio está relacionada à fabricação de aparelhos eletrodomésticos e acessórios. O valor aumentou cerca de R$ 100 mil em comparação com a candidatura anterior.
Nas redes sociais, Túlio disse que decidiu concorrer ao Senado por “livre e espontânea pressão”. Em vídeos publicados na internet, afirmou: “Eu tenho mais de 35 anos, sou determinado e era o perfil do que o Missão precisava”. Apesar de ter produzido vídeos de campanha, ele ainda não apresentou propostas para um eventual mandato.
O que faz um senador
O Senado, junto com a Câmara dos Deputados, integra o Congresso Nacional, responsável pela criação, alteração, revogação e definição de leis e normas jurídicas. A Casa Alta é formada por 81 parlamentares, conforme a Constituição Federal de 1988.
Cada um dos 26 estados e o Distrito Federal elege três senadores, com mandatos de oito anos. Em 2026, serão escolhidos dois senadores por estado e pelo Distrito Federal. Com isso, 54 das 81 cadeiras estarão em disputa.
Entre as atribuições dos senadores estão votar projetos de lei, medidas provisórias e emendas à Constituição; revisar propostas aprovadas pela Câmara; participar de comissões e CPIs; analisar indicações presidenciais para cargos públicos; definir limites das dívidas da União, dos estados e dos municípios; e julgar autoridades por crimes de responsabilidade nos casos previstos em lei.








