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Metrô de São Paulo tem sobrevida de cerca de 40% em paradas cardíacas
Saúde

Metrô de São Paulo tem sobrevida de cerca de 40% em paradas cardíacas

Protocolo Código R mobiliza funcionários treinados para iniciar o atendimento antes da chegada de uma equipe médica.

A taxa de sobrevida após paradas cardíacas no metrô de São Paulo chega atualmente a aproximadamente 40%, segundo o cardiologista Sérgio Timerman. O sistema de atendimento, chamado Código R, está em funcionamento há 20 anos, de acordo com o especialista.

O protocolo é acionado pelos seguranças quando uma pessoa é identificada em parada cardíaca. A partir do chamado, um funcionário capacitado vai até o local e começa os procedimentos de socorro antes da chegada de uma equipe médica.

Atendimento em etapas

A atuação segue a chamada corrente da sobrevivência, formada por seis elos. Três deles acontecem antes da chegada de qualquer serviço médico: reconhecer a parada cardíaca, pedir ajuda e iniciar compressões no peito de maneira eficaz até a chegada do desfibrilador.

Timerman explicou que grande parte das paradas ocorre por causa de um ritmo caótico no coração. Por isso, o desfibrilador é fundamental nas etapas seguintes do atendimento. Na primeira pesquisa realizada sobre o sistema do metrô, a taxa de sobrevida era de 34%.

Desidratação em idosos

A médica emergencista Camila Lunardi, presidente da ABRAMEDE, também explicou a relação entre desidratação grave e parada cardíaca, especialmente entre pessoas idosas. Segundo ela, a redução do volume de sangue que circula pelo organismo, chamada hipovolemia, pode comprometer a circulação no coração.

O risco é maior quando o paciente já tem um coração mais doente. Lunardi afirmou que essa parada costuma se desenvolver de forma mais lenta do que a observada em alguém que estava estável e sofre um infarto de maneira súbita, mas ainda pode acontecer.

As explicações foram dadas durante o CNN Sinais Vitais, com Dr. Kalil, gravado em uma estação do metrô paulistano. Timerman afirmou: “Na estação Clínicas ou qualquer estação no metrô, os seguranças estão completamente preparados”.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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