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Celular invertido muda ângulo, mas não garante foto melhor
Foto: TikTok/Photo Ideas
Brasil

Celular invertido muda ângulo, mas não garante foto melhor

Fotografar com o aparelho de ponta-cabeça altera a perspectiva e pode destacar linhas, profundidade e simetria.

Fotografar com o celular de ponta-cabeça ganhou espaço entre influenciadores e usuários das redes sociais. A posição altera o ângulo da captura e pode criar perspectivas menos comuns, mas não é, sozinha, o que define a qualidade da imagem.

O fotógrafo Marcelo Demonico explica que virar o aparelho muda a posição física das lentes e produz alterações sutis no resultado. A principal diferença aparece no ângulo mais baixo, que pode valorizar linhas, profundidade e simetria.

“Fotografar com o celular de ponta-cabeça é uma forma simples de explorar novas perspectivas”, afirma Demonico. Para ele, o ponto central está na maneira como o fotógrafo observa a cena, e não apenas no equipamento utilizado.

Tendência nas redes sociais

A prática se espalhou pelo Instagram, TikTok e Pinterest como uma forma de testar enquadramentos diferentes. Demonico afirma que o recurso pode ser usado como ferramenta criativa, embora não seja considerado uma técnica fotográfica formal.

O fotógrafo também destaca que a popularização dessa forma de fotografar não impede que ela seja apenas uma tendência passageira compartilhada na internet. O resultado depende das escolhas feitas durante o registro, como o uso da luz, a composição e o enquadramento.

Celulares modernos têm câmeras capazes de produzir imagens com qualidade próxima à de um profissional, segundo Demonico. Ainda assim, ele diz que o aparelho é apenas uma ferramenta. Para obter um bom resultado, é preciso ter sensibilidade e conhecer noções básicas de fotografia. “O equipamento não faz milagres”, conclui.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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