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Copom reduz Selic para 13,75% ao ano em decisão unânime
Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Brasil

Copom reduz Selic para 13,75% ao ano em decisão unânime

Banco Central mantém ciclo de cortes, mas não sinaliza se haverá novas reduções na taxa básica de juros.

O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu reduzir a taxa Selic para 13,75% ao ano. A decisão foi unânime e mantém o ciclo de cortes iniciado depois que os juros caíram para 14% na reunião anterior. Antes disso, a taxa permaneceu em 15% ao ano por cinco reuniões consecutivas.

A redução de 0,25 p.p. já era esperada pelo mercado financeiro. Em comunicado, o Copom afirmou que a decisão é compatível com a convergência da inflação para o redor da meta e também contribui para suavizar as flutuações da atividade econômica e promover o pleno emprego.

Cenário econômico

O Banco Central voltou a citar o ambiente externo como fator de atenção. O Copom avaliou que o cenário continua incerto diante da indefinição sobre conflitos armados e das dúvidas relacionadas à política monetária de algumas economias avançadas.

No cenário interno, o comitê reconheceu uma moderação gradual da atividade econômica. Segundo o comunicado, a inflação cheia e a média das medidas subjacentes desaceleraram nas divulgações mais recentes, mas continuam acima da meta.

Apesar da nova redução, o Copom não indicou quais serão os próximos passos da política monetária. O comitê afirmou que a magnitude total do ciclo de calibração será definida com base em novas informações, com o objetivo de assegurar a convergência da inflação à meta.

A Selic é o principal instrumento usado pelo Banco Central para controlar a inflação. Quando os juros sobem, a expectativa é de redução do consumo e dos investimentos, com crédito mais caro e desaceleração da atividade econômica.

Projeções para os juros

As previsões do mercado indicam taxa de 10,50% ao ano em 2027, 10% ao ano em 2028 e 9,50% ao ano em 2029. As estimativas apontam que a Selic não deve ficar abaixo de dois dígitos até o fim do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2026, nem durante o mandato de Gabriel Galípolo à frente do Banco Central, que termina em 2028.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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