Bitcoin avança após inflação americana aliviar pressão sobre juros do Fed
Criptomoeda subia 0,35% por volta das 16 horas, enquanto o Ethereum recuava 0,65%, conforme dados da Binance.
Criptomoeda subia 0,35% por volta das 16 horas, enquanto o Ethereum recuava 0,65%, conforme dados da Binance.
Metal fechou com alta de 0,16% na Comex, mas acumulou queda de 6,5% em setembro diante das dúvidas sobre os juros americanos.
Gustavo Cruz afirma que tarifas, gastos fiscais e custos de energia mantêm a pressão sobre os preços americanos.
Projeção para o IPCA passou a 4,92%, enquanto estimativas para o crescimento econômico e os juros recuaram.
Candidato à reeleição promete manter a inflação sob controle e cita propostas para salários, empregos, impostos e medicamentos.
Comitê afirma que novas decisões dependerão da evolução dos preços, da atividade econômica e das expectativas de inflação.
Kevin Warsh afirmou que a atividade econômica se fortaleceu, enquanto a inflação apresentou pouca melhora desde a reunião de junho.
Alta anual chega a 7,0%, enquanto bens de capital e de consumo ficam mais caros no mercado americano.
BCV reduz a liquidez dos bancos e aumenta juros enquanto tenta conter a desvalorização do bolívar e preservar dólares do petróleo.
Copom deve cortar a Selic, enquanto o Fomc avalia elevar a taxa americana em 0,25 ponto percentual.
Coordenador do programa de governo de Lula também propôs reavaliar a meta de inflação, hoje fixada em 3%.
Banco revisou a projeção após dados de inflação, atividade econômica e crédito considerados favoráveis ao corte de juros.
Queda de 0,32% nos preços foi influenciada pela energia elétrica; IPCA em 12 meses ficou em 4,22%.
Inflação oficial acumulou alta de 3,11% no ano e de 4,22% em 12 meses, segundo o IBGE.
Índice da B3 opera aos 187.168 pontos, enquanto dólar cai 0,41% e investidores repercutem inflação e cenário político.
Índice subiu no mês, enquanto energia teve alta de 4,2% após dois meses de queda.
Pesquisa Focus prevê inflação de 5,00%, crescimento de 1,93% e Selic em 13,75% ao fim deste ano.
Índice acumulou alta de 2,19% no ano e avanço de 2,63% em 12 meses.
Relatório Focus também manteve as projeções para a Selic e o dólar no próximo ano.
Bolsas voltam após feriados, enquanto dados de inflação, decisão do BCE e indicadores chineses movimentam a semana.