O Ibovespa recuava 0,58%, aos 187.168 pontos, por volta das 11h desta sexta-feira, 11. O movimento ocorre em meio à queda das ações ligadas a commodities e à repercussão de dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos. O dólar comercial caía 0,41%, cotado a R$ 5,083.
As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) recuavam 1,49%, acompanhando a baixa do petróleo no exterior. Prio (PRIO3) perdia 1,82%, e Brava Energia (BRAV3) caía 1,65%. Entre as siderúrgicas, CSN (CSNA3) registrava baixa de 4,45%, enquanto Gerdau (GGBR4) recuava 1,58%.
A Vale (VALE3) operava em queda de 0,83%. Na direção contrária, Itaú Unibanco (ITUB4) avançava 0,21%, BTG Pactual (BPAC11) subia 0,45% e Santander Brasil (SANB11) ganhava 1%. Bradesco (BBDC4) caía 0,61%, e Banco do Brasil (BBAS3) recuava 0,61%.
No Brasil, o mercado avaliava o IPCA de agosto, que registrou deflação de 0,32%, ante alta de 0,07% em julho. A inflação acumulada em 12 meses desacelerou para 4,22%, de 4,44% anteriormente. O resultado ficou ligeiramente melhor que o esperado.
Nos Estados Unidos, o CPI avançou 0,4% em agosto, após alta de 0,1% em julho. O núcleo subiu 0,3%, ante 0,2% no mês anterior. Mesmo com esse resultado, o Dow Jones avançava 1,15%, o S&P 500 subia 0,99% e o Nasdaq ganhava 1%.
Petróleo e mercados internacionais
O Brent recuava 2,90%, a US$ 104,51 por barril, enquanto o WTI caía 3,14%, para US$ 99,26. Apesar da queda no dia, o Brent caminhava para alta semanal de cerca de 8,4%, e o WTI acumulava avanço de 9,2%.
Na Europa, o Stoxx 600 avançava 0,74%; o DAX subia 0,65%; o CAC 40 ganhava 0,88%; e o FTSE MIB avançava 1,10%. O PIB do Reino Unido cresceu 0,4% no início do terceiro trimestre, após avanço de 0,3% em junho.
Na Ásia, o Nikkei caiu 1,93%, o Kospi recuou 1,76% e o CSI 300 perdeu 0,84%. O Banco Central da Rússia manteve a taxa básica de juros em 14% ao ano.
No cenário político brasileiro, foram retirados os sigilos de 14 procedimentos relacionados ao caso do Banco Master no Supremo Tribunal Federal. Também veio a público uma investigação contra Flávio Bolsonaro por possível lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção no contexto do financiamento do filme Dark Horse.








