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Ibovespa sobe com bolsas globais e dólar recua a R$ 5,112
Economia

Ibovespa sobe com bolsas globais e dólar recua a R$ 5,112

Índice avançava 0,28% perto das 11h, enquanto petróleo caía diante da possibilidade de retomada diplomática entre Estados Unidos e Irã.

O Ibovespa operava em alta nesta segunda-feira, 21, acompanhando o avanço dos mercados internacionais. Perto das 11h, o principal índice da B3 subia 0,28%, aos 185.564,09 pontos. O dólar comercial recuava 0,62%, cotado a R$ 5,112.

A queda do petróleo ajudava a melhorar o ambiente para ativos de risco. Os preços da commodity recuavam pela quarta sessão consecutiva, com o West Texas Intermediate (WTI) em baixa de 3,45%, a US$ 96,84 por barril, e o Brent em queda de 2,94%, a US$ 100,82.

A movimentação ocorre em meio à possibilidade de retomada da via diplomática entre Estados Unidos e Irã e a sinais de que os fluxos de petróleo do Oriente Médio continuam relativamente resistentes às interrupções recentes. As tensões na região ainda são monitoradas pelos mercados.

Ações brasileiras

Entre as empresas de maior peso, Vale subia 0,25%. A Petrobras seguia na direção oposta: as ações preferenciais recuavam 0,58%, enquanto as ordinárias caíam 0,17%.

O setor financeiro contribuía para a alta do índice. Itaú Unibanco avançava 1,61%, Bradesco tinha altas de 0,89% e 1,27%, BTG Pactual subia 1,14% e Santander Brasil ganhava 1,39%. Itaúsa avançava 1,92%, e B3 subia 1,93%.

CSN liderava as altas, com avanço de 3,08%, seguida por C&A Brasil, com 2,80%; Motiva, com 2,66%; Fleury, com 2,43%; e Localiza, com 2,32%. Entre as quedas, Minerva recuava 1,51%, Prio caía 1,39%, Embraer perdia 1,08% e Tenda cedia 1,03%.

Para Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos, a redução das tensões no mercado de energia diminui o prêmio de risco e favorece moedas de países emergentes. “A queda reflete principalmente uma redução do prêmio de risco externo”, afirmou.

O petróleo mais barato pode aliviar expectativas de inflação e beneficiar empresas sensíveis aos juros, mas também pressiona companhias do setor e reduz parte do suporte das commodities no mercado doméstico. No Brasil, os investidores acompanham ainda as incertezas fiscais e eleitorais e o novo diferencial de juros entre o país e os Estados Unidos após as decisões dos bancos centrais na semana passada.

Mercados internacionais

Em Nova York, o Dow Jones subia 0,58%, o S&P 500 avançava 0,58%, o Nasdaq ganhava 0,75% e o Nasdaq 100 tinha alta de 1,06%. O rendimento da Treasury de dez anos recuava mais de 3 pontos-base, para cerca de 4,96%.

Na Europa, o Stoxx 600 e o DAX avançavam 1,21%. O FTSE 100 subia 1,05%, o CAC 40 ganhava 1,05% e o FTSE MIB tinha alta de 1,34%. Na Ásia, o Hang Seng avançou 1,18%, o índice de Xangai subiu 0,97%, o Nifty 50 avançava 0,29% e o S&P/ASX 200 terminou com alta de 0,01%.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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