O dólar à vista subia 0,23% frente ao real e era negociado a R$ 5,15. A oscilação mantinha o câmbio relativamente estável. Na sessão anterior, a moeda americana havia recuado 0,25%, para R$ 5,13.
O Ibovespa abriu em baixa de 0,50%, aos 185 mil pontos. No pregão anterior, o índice avançou 0,24%, aos 185,9 mil pontos, após forte oscilação provocada pelo anúncio do reajuste de 15% do Bolsa Família.
Petróleo e juros nos Estados Unidos
Os investidores acompanhavam a movimentação do petróleo, principal fonte de pressão para a inflação global. A commodity permanecia acima de US$ 100, com cotações divergentes entre os contratos.
Às 10h20, o barril do Brent recuava 0,52%, a US$ 104,27. O WTI, referência para o comércio nos Estados Unidos, subia 0,89%, a US$ 102,82.
A alta dos rendimentos dos Treasuries também pressionava o dólar. Os títulos da dívida americana subiam após o Federal Reserve anunciar, na quarta-feira (16/9), a primeira alta de juros nos Estados Unidos em três anos.
Na B3, as ações de maior peso do Ibovespa operavam em queda. Os papéis da Petrobras, da Vale e dos principais bancos do país recuavam. As ações da Petrobras estavam em alta, mas passaram a cair a partir das 10h20.








