São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% São Paulo 23°C 18° / 28°
A notícia como ela é
Flávio Bolsonaro reage a Lula e promete incluir milícias em lista terrorista
Foto: Reprodução/Tv Globo
Brasil

Flávio Bolsonaro reage a Lula e promete incluir milícias em lista terrorista

Senador negou vínculos com milicianos e reafirmou proposta de classificar facções criminosas como grupos terroristas.

O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, reagiu nesta sexta-feira (18) à acusação de Luiz Inácio Lula da Silva de que ele teria ligação com milicianos do Rio de Janeiro. O senador negou qualquer vínculo e afirmou que pretende incluir as milícias entre os grupos classificados como terroristas.

“Vou declarar PCC, Comando Vermelho e milícias como grupos terroristas. Lula está gagá”, disse Flávio em resposta à declaração do presidente.

Acusação de Lula

Lula fez a acusação durante entrevista à Rádio Tupi, no Rio de Janeiro. Sem mencionar diretamente o nome do senador, afirmou que existe um candidato à Presidência ligado a milicianos e citou a família Bolsonaro.

O presidente também disse que integrantes do grupo familiar estariam envolvidos com milícias no país. Lula defendeu a necessidade de limpar a política e a polícia, classificando esse trabalho como árduo.

Flávio já havia declarado que, se for eleito, pretende classificar o Comando Vermelho e o PCC como grupos narcoterroristas. Após a fala de Lula, acrescentou as milícias à proposta.

Plano de governo

O plano de governo do senador, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), prevê uma “guerra ao crime organizado”. O documento afirma que PCC, Comando Vermelho, milícias e outras facções seriam declarados organizações narcoterroristas.

A proposta prevê o combate aos grupos com força, inteligência e integração, além da prisão de líderes e do bloqueio de seus negócios ilícitos.

Durante um evento de campanha no Rio de Janeiro, em agosto, Flávio também disse que não iria baixar a cabeça para criminosos. Na ocasião, afirmou que narcoterroristas teriam até dezembro daquele ano para deixar o Brasil e que, a partir de janeiro do ano que vem, seu governo declararia guerra a eles.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5