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Galpão da Ceagesp fica isolado após incêndio e risco de desabamento
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Galpão da Ceagesp fica isolado após incêndio e risco de desabamento

Área atingida permanece interditada para rescaldo e perícia; não houve vítimas, e as causas do incêndio ainda não foram divulgadas.

O galpão atingido pelo incêndio na Ceagesp permanece isolado, sinalizado e interditado preventivamente por causa dos danos estruturais e do risco de colapso. O fogo destruiu integralmente o espaço, e uma avaliação interna ainda não pôde ser feita.

O incêndio ocorreu na noite de sábado, na Avenida Dr. Gastão Vidigal, 1946, na Vila Leopoldina. A ocorrência foi registrada às 23h21. Não houve vítimas.

Na manhã deste domingo (6), as equipes do Corpo de Bombeiros realizavam o rescaldo depois de controlar as chamas. Segundo a corporação, 16 viaturas foram usadas no combate. A Defesa Civil informou que uma nova vistoria técnica estava prevista para a manhã, com o objetivo de avaliar as condições da estrutura e definir medidas de segurança.

Estrutura e perdas

Hilton Piquera, secretário do Scaf (Sindicato do Comércio Atacadista de Frutas do Estado de São Paulo), informou que o galpão pertence à Ceagesp, é dividido em 325 módulos e era utilizado por 265 empresas. A área tem aproximadamente 30 mil metros quadrados.

Piquera afirmou que o incêndio destruiu totalmente o espaço e estimou a perda de cerca de 80 carretas de mercadorias, entre frutas e outros alimentos. As causas ainda não foram divulgadas.

Identificado como MFE-A, o pavilhão armazenava principalmente melancias. Conforme a Ceagesp, um levantamento detalhado dos prejuízos será feito quando o local for liberado e deve durar ao longo da semana.

Funcionamento do entreposto

A Ceagesp informou que a área do entreposto está aberta, assim como o Varejão, feira realizada aos domingos. Apenas os trechos próximos ao pavilhão afetado continuam isolados para o rescaldo dos bombeiros e o trabalho da perícia.

Vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário, a companhia é considerada o maior posto de comercialização de produtos hortícolas da América do Sul. Diariamente, cerca de 50 mil pessoas e 12 mil veículos circulam pelo local.

Em nota, a Ceagesp disse que mantém diálogo com uma comissão de comerciantes para discutir medidas emergenciais e alternativas de funcionamento. A companhia também afirmou que dará apoio para o restabelecimento das operações nas áreas afetadas.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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