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Registro de outra profissional é usado em contratação de veterinária no DF
Foto: Ivan-balvan/Getty Images
Brasil

Registro de outra profissional é usado em contratação de veterinária no DF

Sandylla Kerollen Araujo Ferreira foi presa em uma clínica de Samambaia após a Polícia Civil identificar documento falso.

SAMAMBAIA (DF) — A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, neste sábado (5/9), Sandylla Kerollen Araujo Ferreira após identificar que o registro apresentado por ela para atuar como médica veterinária pertencia a outra profissional. Ela não tinha diploma nem inscrição no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV).

A denúncia foi encaminhada pelo conselho à corporação. Policiais foram até a clínica em que Sandylla trabalhava e perguntaram sobre sua formação. Ela afirmou que era veterinária, mas apresentou respostas “evasivas e inverídicas” quando foi questionada sobre o registro profissional, segundo a Polícia Civil.

Durante a abordagem, os agentes localizaram um documento que aparentava comprovar a inscrição no CRMV. A investigação apontou que o documento era falso e trazia o número de registro de outra veterinária. A apuração também indicou que Sandylla conseguiu o emprego usando esse documento. A dona da clínica, conforme a investigação, não sabia da falsificação.

O perfil pessoal de Sandylla em uma rede social informa que ela é veterinária e tem pós-graduação em inspeção e vigilância sanitária. A suspeita foi levada para a 26ª Delegacia de Polícia de Samambaia.

O caso é investigado como exercício ilegal da medicina e uso de documento falso. O Conselho de Medicina Veterinária informou que recebeu a denúncia no mesmo sábado (5/9) e acionou a Polícia Civil e a Polícia Militar do Distrito Federal. Segundo a entidade, a mulher foi localizada enquanto atuava na clínica.

O conselho afirmou que fiscaliza médicos-veterinários e zootecnistas e que o exercício ilegal da profissão é caso de polícia. Também informou que ainda será apurada a possibilidade de maus-tratos a animais atendidos por Sandylla.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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