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CEO do Inter defende ajuste fiscal para destravar investimentos no Brasil
Foto: Reprodução/CNN Brasil
Economia

CEO do Inter defende ajuste fiscal para destravar investimentos no Brasil

Alexandre Riccio afirma que equilíbrio nas contas públicas pode favorecer crescimento sustentável, juros menores e diversificação das aplicações.

O Brasil precisa avançar em um ajuste fiscal para sustentar o crescimento no longo prazo e reduzir obstáculos aos investimentos. A avaliação é de Alexandre Riccio, CEO do Inter, durante o Inter Invest Summit, realizado em Belo Horizonte.

Para o executivo, a eliminação desses entraves pode contribuir para uma expansão econômica sem inflação e, como consequência, levar a uma taxa de juros estrutural mais baixa. Riccio também defendeu uma mudança no padrão de aplicações dos brasileiros, hoje concentrado na renda fixa.

Diversificação e educação financeira

Na visão do CEO, um cenário de juros menores estimularia a diversificação dos investimentos, com maior presença de renda variável e fundos multimercados. Ele afirmou que esse movimento poderia ampliar as possibilidades de retorno no longo prazo.

Riccio considera esse cenário ainda distante e disse que, nesse contexto, a educação financeira terá importância crescente para o cidadão comum. O executivo relacionou o conhecimento sobre diversificação a mais segurança nos investimentos e na vida financeira.

A corrida eleitoral também foi abordada na entrevista. Segundo Riccio, a trajetória da economia dependerá da análise mensal dos dados, do comportamento da inflação e dos planos do governo que assumir em janeiro para a economia e para a área fiscal.

O CEO afirmou que a definição das medidas ao longo do tempo será decisiva para estabelecer um caminho de crescimento sustentável e contínuo. Ele também relacionou esse processo ao retorno do dinheiro ao Brasil e à superação dos desafios no cenário de investimentos.

Riccio disse que o país precisa construir condições para pensar em um horizonte de longo prazo, de “5, 10, 20 anos”.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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