São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% São Paulo 23°C 18° / 28°
A notícia como ela é
Caixa mantém greve após rejeição de proposta por bancários
Foto: Pedro França/Agência Senado
Economia

Caixa mantém greve após rejeição de proposta por bancários

Empregados da Caixa em São Paulo, Osasco e região recusaram a oferta final para renovar o acordo coletivo de trabalho.

Os empregados da Caixa Econômica Federal decidiram manter, por tempo indeterminado, a greve iniciada após a rejeição da proposta final do banco para renovar o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). A votação ocorreu na noite desta sexta-feira (11).

Na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, 68% dos participantes da assembleia foram contrários aos termos oferecidos. Antes da decisão, 1.167 trabalhadores participaram de uma plenária virtual sobre a proposta e os possíveis efeitos de uma judicialização da negociação.

O Saúde Caixa, plano de assistência médica dos funcionários, esteve entre os principais temas discutidos. O sindicato informou que tentou negociar o plano separadamente da renovação do ACT, mas a Caixa não concordou. A proposta também inclui regras sobre Participação nos Lucros e Resultados (PLR), vales-alimentação e refeição e outros direitos.

Durante as tratativas, a Caixa afirmou que poderia retirar a oferta e levar a negociação para um dissídio coletivo caso ela fosse recusada. Representantes sindicais apontaram riscos nessa possibilidade.

No primeiro dia da paralisação, 245 das 283 agências da Caixa na base sindical de São Paulo, Osasco e Região não abriram. Quatro centros administrativos na capital também ficaram fechados.

No Banco do Brasil, o ACT foi aprovado por ampla maioria e assinado na sexta-feira, com validade até 2028. O acordo prevê adiantamento da PLR para 16 de setembro, R$ 360 milhões de contribuição patronal para a Cassi e licença-paternidade ampliada de 20 para 35 dias.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5