São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% São Paulo 23°C 18° / 28°
A notícia como ela é
Experiência e evolução podem pesar mais que o nome da faculdade no currículo
Economia

Experiência e evolução podem pesar mais que o nome da faculdade no currículo

Para Caitlin Wehniainen, recrutadores valorizam projetos práticos, promoções e atualização constante, especialmente na área de inteligência artificial.

A faculdade frequentada é apenas um dos critérios analisados em um processo seletivo e pode perder importância diante da experiência prática, da capacidade de aprendizado e da evolução profissional. A avaliação é de Caitlin Wehniainen, especialista em recrutamento.

Na área de tecnologia, em que ferramentas e modelos mudam rapidamente, empresas priorizam candidatos capazes de demonstrar habilidades técnicas concretas e contribuições relevantes em projetos. Na inteligência artificial, muitos profissionais não têm formação tradicional no setor e construíram conhecimento como autodidatas.

O que ganha peso no currículo

Um portfólio com projetos reais pode valer mais do que um diploma tradicional. Entre os exemplos estão o estudo de algoritmos, os testes de modelos de machine learning e o desenvolvimento de soluções práticas.

A experiência acumulada também altera a forma como o currículo é analisado. “Quanto mais experiência um candidato tem, menos seu diploma importa”, afirma Wehniainen. Depois de cinco anos de atuação, os recrutadores passam a observar principalmente as empresas onde a pessoa trabalhou, os projetos realizados e as soluções desenvolvidas.

Outro sinal valorizado é a progressão dentro da mesma empresa. Para a especialista, uma promoção indica que o talento foi reconhecido e que o profissional trouxe valor ao negócio. Em projetos de inteligência artificial, esse avanço pode ser um diferencial quando há necessidade de especialização e resultados mensuráveis.

A atualização contínua é outro ponto importante. Cursos, certificações e participação na comunidade técnica ajudam a demonstrar comprometimento com a área e aprofundamento profissional. Certificações em machine learning, cloud computing e engenharia de dados também podem reforçar o currículo.

A combinação entre portfólio, crescimento profissional e educação contínua aparece como caminho para quem busca espaço no mercado de inteligência artificial. O diferencial, nesse setor, está na capacidade de gerar impacto, inovar e acompanhar a evolução das tecnologias, e não apenas na formação acadêmica.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5