A fortuna de Jorge Paulo Lemann chegou a US$ 27,21 bilhões ao fim de 2025, após um crescimento de US$ 6,05 bilhões no ano. O empresário brasileiro terminou o período na 87ª posição do Índice de Bilionários da Bloomberg.
Lemann tem como principal ativo sua participação na Anheuser-Busch InBev, considerada a maior cervejaria do mundo. A companhia é dona de marcas como Budweiser, Stella Artois e Corona. Um levantamento de 2024 estimou que o empresário detinha aproximadamente 9% da empresa.
O controle da cervejaria é compartilhado com Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, parceiros de longa data. A formação das fortunas dos três está ligada à antiga Ambev e à estratégia de aquisições que levou à criação da AB InBev.
Além do setor de bebidas, Lemann possui participações na Restaurant Brands International, controladora de Burger King, Tim Hortons e Popeyes. No Brasil, ele, Telles e Sicupira mantêm investimentos em empresas como Americanas e São Carlos.
Outros brasileiros entre os bilionários
Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, ocupa a primeira posição entre os brasileiros mais ricos, com US$ 35,8 bilhões ao final de 2025. Sua fortuna aumentou US$ 4,02 bilhões durante o ano, impulsionada pela valorização de ativos ligados à Meta, dona de Facebook, Instagram e WhatsApp.
André Esteves, presidente do conselho de administração do BTG Pactual, acumulou um avanço de US$ 5,37 bilhões no patrimônio em 2025. O crescimento foi associado à valorização das ações do banco.
No cenário internacional, as 500 maiores fortunas do mundo cresceram US$ 2,2 trilhões em 2025 e chegaram juntas a US$ 11,9 trilhões. A alta das bolsas, das criptomoedas e dos metais preciosos contribuiu para o aumento do patrimônio dos maiores bilionários.








