O Banco Central retirou o limite de R$ 500 por operação no Pix por aproximação. A mudança entrou em vigor nesta quinta-feira (1º) e aproxima as regras da modalidade às do Pix tradicional.
Até a véspera, uma norma do BC estabelecia o valor máximo para pagamentos feitos com a tecnologia de aproximação do celular. Em junho, o órgão revogou essa regra e eliminou o teto específico.
Como os limites serão definidos
A partir da mudança, os limites passam a ser determinados pelas instituições financeiras, como já ocorre no Pix usado com leitura de QR Code e em outras formas de pagamento instantâneo.
Os bancos vão considerar o perfil e o histórico financeiro de cada cliente. Também será possível pedir a elevação do limite, inclusive para valores acima de R$ 500. A solicitação, porém, será analisada pela instituição e não terá aprovação automática.
Na avaliação, poderão ser considerados o histórico de transações e o perfil de crédito do cliente. A decisão sobre o valor máximo permitido em cada operação ficará com o banco ou com a instituição financeira responsável pela conta.
Com a retirada do teto, o Pix por aproximação deixa de ter um valor máximo único definido pelo Banco Central. A gestão passa a seguir a mesma lógica aplicada ao Pix tradicional, com análise individual dos usuários pelas instituições.







