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Sony quer ampliar presença no Brasil sem perder competitividade
Foto: Sonu Mehta/Hindustan Times/Getty Images
Economia

Sony quer ampliar presença no Brasil sem perder competitividade

Kenichiro Hibi afirmou que a empresa enfrenta desafios tributários, custos maiores de semicondutores e mudanças no consumo de tecnologia.

O presidente da Sony para a América Latina, Kenichiro Hibi, afirmou que o Brasil está entre os principais mercados da empresa na região e que as vendas seguem crescendo. Segundo ele, o tamanho do país compensa os desafios do sistema tributário e exige uma estratégia específica, adaptada à língua, à cultura, à infraestrutura e às diferenças entre as regiões brasileiras.

A precificação é uma das principais dificuldades. Hibi disse que a Sony precisa lidar com impostos diferentes até no transporte de produtos entre estados, mas busca lançar tecnologias no Brasil sem atrasos e manter preços competitivos. A empresa tenta disponibilizar no país, ao mesmo tempo, recursos desenvolvidos em outros mercados.

Concorrência e custos de produção

Na área de televisores, a Sony disputa mercado com empresas sul-coreanas e chinesas. Já em imagem digital, com câmeras e equipamentos de vídeo, os concorrentes são diferentes. Hibi afirmou que a companhia pretende ser competitiva em todas as categorias.

O executivo também citou o aumento da demanda por inteligência artificial e o impacto desse movimento nos preços de memória e semicondutores. Para ele, a Sony não conseguirá absorver todos os custos e terá de repassar uma parte ao consumidor, sem deixar de avaliar a competitividade dos produtos.

A inteligência artificial é vista como uma ferramenta para desenvolver produtos, mas também traz desafios relacionados à proteção dos criadores. Hibi afirmou que a tecnologia pode melhorar imagens e filmes, mas não substitui a humanidade e as emoções do trabalho profissional.

Criadores, igrejas e esportes

A Sony quer se aproximar de criadores de vídeo, fotografia e música, além de atender profissionais e amadores. Hibi também apontou oportunidades no uso de tecnologia por igrejas, especialmente em transmissões ao vivo.

Nos esportes, a empresa vê espaço para ampliar soluções de transmissão e trabalha com a Confederação Brasileira de Futebol. O executivo mencionou ainda o desenvolvimento de sistemas de arbitragem de vídeo.

Na indústria de games, Hibi disse que a migração para o formato digital acompanha a demanda dos consumidores. Para ele, a Sony precisa seguir essa direção e oferecer soluções conforme as preferências do público.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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