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Trump minimiza risco da IA e prioriza vantagem dos EUA sobre a China
Economia

Trump minimiza risco da IA e prioriza vantagem dos EUA sobre a China

Presidente americano disse não temer a extinção humana pela inteligência artificial e afirmou que os EUA estão à frente da China.

Donald Trump afirmou não ter preocupação com a possibilidade de a inteligência artificial provocar a extinção da humanidade. Ao deixar Dallas, o presidente dos Estados Unidos disse que sua prioridade é vencer a China na corrida tecnológica.

“Minha preocupação é que, se não vencermos a corrida da IA, vamos ficar em uma posição muito ruim”, declarou Trump. Ele afirmou que os Estados Unidos estão à frente da China por cerca de um ano, período que considera significativo na disputa.

A posição do presidente contrasta com alertas de pesquisadores e com propostas de desaceleração apresentadas por integrantes da indústria americana. Evan Hubinger, líder de ciência de alinhamento da Anthropic, calcula que uma IA avançada tenha mais de 10% de chance de provocar a extinção humana em uma década. O pesquisador também afirma que a indústria ainda não tem um plano confiável para alinhar sistemas que superem a capacidade humana.

Divergências na indústria

Sam Altman, CEO da OpenAI, disse a funcionários estar aberto a reduzir o ritmo do desenvolvimento de IA de fronteira em coordenação com outros laboratórios. A declaração indica uma divergência dentro da indústria americana sobre a velocidade da evolução tecnológica.

Dean W. Ball, responsável por estratégia de futuros da OpenAI, afirma que especialistas humanos já não conseguem — ou em breve não conseguirão — garantir que sistemas de IA de fronteira não apresentem comportamentos perigosos e imprevisíveis. Ele assinou a chamada “carta de ritmo”, que propõe uma desaceleração.

Ball defende maior participação dos governos e esforços concentrados em alinhamento, interpretabilidade, segurança e monitoramento. Para ele, também é necessária diplomacia, porque os impactos negativos de um avanço isolado de um país seriam sentidos globalmente.

A política americana também inclui alertas contra práticas de “destilação” atribuídas a laboratórios chineses. Na semana passada, FBI, NSA e CISA nomearam seis empresas chinesas de IA acusadas de minerar sistematicamente modelos de fronteira americanos. Ao mesmo tempo, o governo resiste a medidas que possam desacelerar o desenvolvimento da tecnologia nos Estados Unidos.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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