BOA VISTA — O perfil mantido pela família de Elis Lima Carneiro e da irmã gêmea, Eloá, reunia mais de 1,3 milhão de seguidores. Pelas redes sociais, os familiares compartilhavam a rotina de tratamento das meninas e arrecadavam recursos para os cuidados médicos.
Elis morreu nesta quarta-feira (30/9), aos 5 anos. O anúncio foi feito por Guilherme Lago, irmão das meninas. Em uma mensagem, ele escreveu: “Meu amor, como eu te amo. Para sempre você vai estar comigo”.
A causa da morte não foi divulgada. Em outra despedida, Guilherme afirmou que Elis foi forte, lutou muito e viveu cercada de amor. Ele também disse que a irmã permanecerá no coração da família.
Diagnóstico e atuação nas redes
Elis e Eloá foram diagnosticadas com a síndrome de Hutchinson-Gilford, conhecida também como progéria. A condição provoca envelhecimento acelerado das células das crianças.
A família relatava dificuldades financeiras relacionadas aos custos do tratamento. O espaço nas redes sociais também ajudou a promover a inclusão e a aproximar outras pacientes que enfrentavam situação semelhante. A história das gêmeas de Boa Vista, em Roraima, ganhou repercussão ao longo dos anos por meio das publicações sobre a rotina das meninas.








