A família de Lito Sousa terá de esperar seis semanas para avaliar se o medicamento experimental ALN-6457 produziu algum efeito. A informação foi dada por Mila Seidl, mulher do influenciador, que está estável e continua internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A substância chegou ao Brasil na sexta-feira (11/9), depois que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o acesso de Lito por meio do uso compassivo. O mecanismo permite o uso excepcional de tratamentos experimentais em casos de doenças graves sem alternativas terapêuticas disponíveis.
Lito é a primeira pessoa a receber o medicamento, que havia sido testado apenas em animais. Ele foi diagnosticado em agosto com a doença de Creutzfeldt-Jakob, condição neurológica rara causada por proteínas anormais chamadas príons. A doença não tem cura nem tratamento.
Em um vídeo publicado no canal do Youtube do marido, Mila afirmou que houve uma piora no estado de saúde dele na última semana. Por causa disso, o casal deixou o atendimento em home care e voltou ao hospital.
“Começou uma correria porque a gente via, dia após dia, que a evolução da doença foi muito rápida, parece um tsunami”, disse Mila. Ela também afirmou que o acesso ao remédio, três semanas atrás, parecia algo distante e que acabou se tornando realidade.








