Mila Seidl informou que o tratamento experimental de Lito Sousa ainda não trouxe mudanças perceptíveis no estado de saúde do influenciador. A atualização foi publicada nas redes sociais na última quarta-feira (23), após o início da medicação contra a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ).
A esposa explicou que não há, até o momento, novidades positivas ou negativas sobre a resposta ao remédio. Segundo Mila, a doença e a medicação têm velocidades diferentes: o medicamento pode levar semanas para atingir o ápice do efeito, enquanto a enfermidade também avança nesse intervalo.
Lito foi diagnosticado com a doença rara em agosto. O medicamento experimental ALN-6457 chegou ao Brasil no começo do mês, em uma operação de urgência, e será usado pela primeira vez em um ser humano. A medicação ainda está em estágio anterior ao desenvolvimento clínico para a DCJ, sem estudos formalmente iniciados em seres humanos.
A doença é provocada por um príon, partícula de proteína anormal altamente estável e resistente a métodos convencionais de desinfecção físico-química.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou a importação e o uso do medicamento em 4 de setembro. A decisão considerou a evolução rápida, letal e irreversível da doença e a ausência de patrocinador ou representante responsável no Brasil.
O Hospital Israelita Albert Einstein solicitou a autorização excepcional para o uso individual do remédio, por meio de importação por pessoa física. Lito foi aceito em um programa de uso compassivo de uma empresa no exterior.








