RIO DE JANEIRO — Marina Sena recusou, durante um show no festival Vivo Rio, segurar uma bandeira do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição. O pedido foi feito por uma fã na noite de sábado (3/10), no Rio de Janeiro.
A cantora explicou que havia consultado a legislação eleitoral antes de responder. “Depois de 22h não pode”, disse Marina Sena. Na sequência, afirmou que a ação poderia ser considerada boca de urna.
A propaganda eleitoral nas ruas foi autorizada até as 22h de sábado (3/10), véspera do primeiro turno. Após esse horário, a legislação proibiu atos de campanha, como distribuição de material gráfico, carreatas, passeatas e uso de alto-falantes para divulgar candidaturas.
Regras no dia da eleição
A manifestação individual e silenciosa da preferência por uma candidatura é permitida no dia da eleição. Isso inclui o uso de bandeiras, broches, adesivos e camisetas.
Não são permitidas manifestações coletivas ou ruidosas, abordagem ou tentativa de convencimento de eleitores, distribuição de material de campanha e boca de urna. Também estão proibidos pedidos de voto, entrega de santinhos, formação de grupos organizados para promover candidaturas e o uso de alto-falantes.
A boca de urna é definida pela tentativa de convencer eleitores a votar em determinado candidato, partido, federação ou coligação.








