O reboot de “Resident Evil” somou US$ 108,3 milhões (R$ 556,88 milhões) em sua estreia mundial. Desse total, US$ 48,3 milhões (R$ 248,36 milhões) vieram das bilheterias internacionais.
Nos Estados Unidos, o filme arrecadou US$ 60 milhões (R$ 308,52 milhões) no primeiro fim de semana. O resultado representa a maior abertura da franquia e superou os US$ 26 milhões (R$ 133,69 milhões) obtidos por “Resident Evil: Afterlife”, de 2010. O valor do longa anterior não foi ajustado pela inflação.
A produção chegou aos cinemas na quinta-feira (17) e também ficou acima da estimativa inicial para o lançamento. A previsão era de uma arrecadação entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões nos Estados Unidos.
Nova história
Dirigido por Zach Cregger, o filme acompanha Bryan, um entregador médico que precisa lutar pela sobrevivência durante uma noite marcada pela presença de zumbis. Austin Abrams interpreta o protagonista. O elenco também tem Zach Cherry, Kali Reis e Paul Walter Hauser.
O longa não adapta diretamente a mitologia dos jogos. A trama apresenta uma história paralela, com personagens originais, e se passa em 2026 — diferentemente do jogo clássico de 1998. Por isso, os personagens usam tecnologias atuais, incluindo modelos atuais de celulares.
Influência dos games
Cregger disse que buscou levar para o cinema a experiência de jogar “Resident Evil”. Para isso, utilizou uma linguagem de câmera inspirada na perspectiva do jogador, acompanhando Bryan e mudando de ângulo conforme os zumbis se aproximam.
O diretor também afirmou que a estrutura principal dos jogos foi mantida, mas que a jogabilidade foi a principal referência para construir o filme.








