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Resident Evil recria sensação de videogame em filme com trama inédita
Foto: Divulgação
Entretenimento

Resident Evil recria sensação de videogame em filme com trama inédita

Produção dirigida por Zach Cregger acompanha um entregador médico e usa recursos de câmera para aproximar o público da experiência dos games.

O novo filme de "Resident Evil" chega aos cinemas nesta quinta-feira (17) com uma trama que não adapta diretamente a história dos jogos. A produção apresenta personagens originais, se passa em 2026 e tenta reproduzir no cinema a sensação de estar no controle de um videogame.

Dirigido por Zach Cregger, o longa usa o universo criado pela Capcom como ponto de partida. A história acompanha Bryan, um entregador médico interpretado por Austin Abrams, que precisa lutar pela sobrevivência durante uma noite marcada por situações cada vez mais sombrias, horripilantes e caóticas.

O elenco também tem Zach Cherry, Kali Reis e Paul Walter Hauser. Cregger, conhecido por dirigir "Noites Brutais" e "A Hora do Mal", afirmou que não queria "desrespeitar" os fãs da franquia, mesmo sem levar às telas personagens conhecidos dos games.

Uma experiência próxima do jogo

A diferença de época em relação ao jogo clássico de 1998 aparece no uso de tecnologias atuais pelos personagens, incluindo modelos atuais de celulares. Ainda assim, a direção busca preservar a atmosfera de terror associada à série.

Nos 30 minutos iniciais, Cregger e o diretor de fotografia Dariusz Wolski recorrem a enquadramentos que aproximam o espectador da perspectiva de quem joga. Em determinados momentos, os movimentos da câmera acompanham diretamente as ações do protagonista.

Uma dessas sequências foi feita com Austin Abrams e o operador de câmera em uma colaboração coreografada em tempo real. Quando Bryan olha para a direita, a câmera se move rapidamente na mesma direção, criando a impressão de que está sendo "psiquicamente controlada" pelo personagem.

A estratégia também faz com que os perigos sejam revelados conforme Bryan avança pelo cenário. A proposta é reproduzir a tensão de entrar em um corredor escuro sem saber o que está à frente. Em outro momento, um disparo de arma de fogo muda a dinâmica e leva o enquadramento para a primeira pessoa.

O filme segue, assim, um caminho próprio dentro da franquia, mantendo elementos ligados ao terror dos games sem repetir sua mitologia.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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