São Paulo, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,21 · Euro R$ 5,85 · Ibovespa 187.197 -0,00% São Paulo 17°C 15° / 18°
A notícia como ela é
Romero Britto conta em autobiografia como enfrentou câncer de próstata
Entretenimento

Romero Britto conta em autobiografia como enfrentou câncer de próstata

Artista revela que recebeu o diagnóstico em 2020 e manteve o tratamento em silêncio até a doença entrar em remissão.

Romero Britto revela, na autobiografia A Arte da Felicidade, que foi diagnosticado com câncer de próstata em 2020, durante a pandemia de Covid-19. O artista decidiu não divulgar a doença e manteve o tratamento longe da imprensa, dos amigos e dos fãs por seis anos.

O diagnóstico apareceu depois de um check-up de rotina. O médico Lucas Vidal identificou um resultado fora do comum, e Britto repetiu os exames três vezes antes de realizar uma biópsia, que confirmou o tumor.

“Romero, você tem câncer”, escreveu o artista ao recordar o momento em que recebeu a notícia. Após o diagnóstico, ele afirma que escolheu manter a rotina e concentrar-se na positividade, no propósito e na dedicação à arte.

Tratamento e recuperação

Britto conta que seguiu as orientações médicas e, depois de cerca de um ano de tratamento, passou por uma cirurgia para retirar a próstata. Segundo o relato, o procedimento foi bem-sucedido. A doença está em remissão há dois anos, e o artista afirma estar “mais saudável do que nunca”.

Na autobiografia, ele atribui parte da força para atravessar o período à arte, ao otimismo, à gratidão e à convivência com pessoas próximas, sem deixar de destacar a importância do tratamento médico.

Memórias da carreira

O livro também resgata a trajetória de Britto, que nasceu em uma família humilde, filho de pescadores do Recife (PE). A obra relata a passagem pela faculdade de direito, abandonada antes da mudança para Miami, nos Estados Unidos, onde ele abriu um ateliê na sala do apartamento em que morava.

As obras do artista foram exibidas em galerias e museus de mais de 120 países. Entre os locais citados estão o Louvre, em Paris; o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro (RJ); o Museu Soumaya, no México; e o Hyde Park, em Londres.

Além das conquistas profissionais, Britto escreve sobre as críticas e os ataques que recebeu ao longo da carreira. A autobiografia destaca ainda a importância que ele atribui à arte, apresentada como uma força capaz de inspirar e transformar vidas. A Arte da Felicidade está disponível em livrarias e plataformas virtuais.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5