Sandra Bullock afirmou que decidiu interromper temporariamente as comédias românticas depois de receber muitas críticas por seus trabalhos no gênero. A atriz contou que queria explorar outros tipos de personagem e aceitou atuar em “Crash: No Limite” (2004), filme que marcou sua passagem por papéis dramáticos.
A declaração foi dada em uma entrevista conduzida por Jennifer Aniston, amiga de Bullock. Ao ser questionada sobre decisões deliberadas em relação à carreira, a atriz respondeu que teve dois momentos desse tipo.
O primeiro ocorreu antes de começar a trabalhar profissionalmente como atriz. Na época, Bullock estava em Nova York, trabalhava como garçonete e fazia testes para diferentes papéis. Ela afirmou que já avaliava quais oportunidades faziam sentido para sua trajetória.
A segunda escolha aconteceu depois de uma sequência de comédias românticas. “Preciso parar agora mesmo com as comédias românticas”, disse Bullock ao relembrar o período. Em seguida, aceitou participar de “Crash” porque queria “começar a exercitar outros músculos”.
Retorno ao gênero
Durante os anos 1990 e 2000, Bullock esteve em filmes como “Enquanto Você Dormia” (1995), “No Amor e Na Guerra” (1996), “Quando o Amor Acontece” (1998), “Da Magia a Sedução” (1998), “Miss Simpatia” (2002) e “Amor à Segunda Vista” (2002).
Depois da mudança, ela também participou de romances como “A Casa do Lago” (2006) e “A Proposta” (2009), alternando esses trabalhos com histórias de outros gêneros.
Agora, a atriz retoma o universo de “Da Magia à Sedução” na continuação “Da Magia à Sedução: Feitiço do Amor” (2026). Bullock volta ao papel de Sally Owens, que precisa enfrentar a maldição da família ligada aos homens por quem suas mulheres se apaixonam.








