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Jogos Mundiais Nômades reúnem atletas de 110 países no Quirguistão
Esportes

Jogos Mundiais Nômades reúnem atletas de 110 países no Quirguistão

Brasil disputou cabo de guerra, alysh e toguz korgool na sexta edição do evento, encerrada no domingo, 6.

A sexta edição dos Jogos Mundiais Nômades terminou no domingo, 6, com mais de 3 mil atletas de 110 países. O Brasil participou de três modalidades: cabo de guerra, alysh e toguz korgool, com uma delegação de cerca de 20 atletas.

O Cazaquistão ficou na liderança do quadro geral, com 74 medalhas, conforme a organização. A posição foi definida após uma divergência técnica na contagem: medalhas de três atletas cazaques passaram a ser contabilizadas separadamente, colocando o país na primeira posição.

Os atletas brasileiros não conquistaram medalhas ou posições na edição de 2026. A participação foi organizada com apoio de competidores ligados à Associação Brasileira de Cabo de Guerra.

Esporte e tradições

Criados para preservar e divulgar práticas esportivas e culturais de povos nômades, os Jogos reúnem competições pouco comuns no esporte tradicional. A programação inclui kok boru, jogo equestre tradicional da Ásia Central, além de diferentes estilos de luta, tiro com arco, falcoaria, cabo de guerra e provas de força.

Uma das disputas da edição de 2026 foi a quebra de ossos. Nessa modalidade tradicional, os competidores quebram, com as mãos, ossos de animais já mortos. O campeão mundial da Mongólia venceu novamente ao quebrar 58 ossos em um minuto.

A programação começou em Bishkek, capital do Quirguistão, e depois seguiu para a região de Issyk-Kul. Parte das provas ocorreu em uma área próxima ao lago e ao desfiladeiro de Kyrchyn, com disputas de tiro com arco, modalidades equestres e provas de força.

Além das competições, o evento teve música, artesanato, gastronomia e atividades culturais e científicas voltadas à preservação do patrimônio histórico e das tradições da Ásia Central. Cada região do Quirguistão montou vilas com yurts, habitações tradicionais cobertas por feltro, além de peles e tecidos.

Nos dois primeiros dias, mais de 150 mil visitantes passaram pelo espaço chamado “The Universe of Nomads”, ou Universo dos Nômades. A estrutura deve continuar aberta como atração turística após os Jogos.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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