Augusto Cury caiu de 11% para 6% nas intenções de voto para o primeiro turno em três semanas, segundo a sequência de pesquisas BTG/Nexus. O candidato do Avante chegou a 11% em 31 de agosto, recuou para 9% em 8 de setembro, marcou 6% em 14 de setembro e permaneceu nesse nível no levantamento divulgado na segunda-feira, 21.
Antes do pico, Cury tinha 2% e avançou 9 pontos percentuais em uma semana. Na pesquisa de 31 de agosto, ele assumiu isoladamente a terceira posição, atrás de Lula e Flávio Bolsonaro. No cenário estimulado, Lula aparecia com 39%, Flávio Bolsonaro, com 33%, e Cury, com 11%.
Recuo nas pesquisas
A pesquisa espontânea também registrou crescimento e queda. Cury passou de 1% para 8% entre as rodadas anteriores e a de 31 de agosto. Depois, recuou para 6% em 8 de setembro, 5% na semana seguinte e 4% no levantamento mais recente.
O eleitorado do escritor também se mostrou menos consolidado. No fim de agosto, 59% diziam ter a decisão tomada, enquanto 39% admitiam mudar de candidato. Agora, 48% afirmam que não vão mudar o voto e 52% dizem que ainda podem escolher outro nome.
Simulação de segundo turno
Na primeira simulação de confronto entre Cury e Lula, divulgada em 8 de setembro, o escritor apareceu numericamente à frente, com 45% contra 43%. A diferença estava dentro da margem de erro, configurando empate técnico.
Na rodada seguinte, Lula marcou 45% e Cury, 42%. Na pesquisa mais recente, o presidente manteve 45%, enquanto o escritor oscilou para 43%, novamente em empate técnico.
O levantamento atual estima para Cury um piso de 2% e um teto de 9% no primeiro turno. Com 6%, ele está no meio desse intervalo.
O potencial de voto do candidato é de 40%: 4% afirmam que votariam somente nele e 36% dizem que poderiam escolhê-lo. A rejeição chegou a 35%. Em 8 de setembro, o potencial era de 42% e a rejeição, de 29%. Uma semana depois, o potencial continuava em 42%, e a rejeição havia subido para 33%.
Metodologia
A 15ª rodada ouviu 2.006 pessoas por telefone entre 18 e 20 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00485/2026.







