São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00% São Paulo 23°C 18° / 28°
A notícia como ela é
Augusto Cury recua a 6% após pico de 11% em pesquisa eleitoral
Foto: Augusto Cury, candidato à Presidência (Divulgação/Campanha/.)
Política

Augusto Cury recua a 6% após pico de 11% em pesquisa eleitoral

Candidato do Avante atingiu 11% no primeiro turno em 31 de agosto, mas perdeu pontos nas rodadas seguintes da BTG/Nexus.

Augusto Cury caiu de 11% para 6% nas intenções de voto para o primeiro turno em três semanas, segundo a sequência de pesquisas BTG/Nexus. O candidato do Avante chegou a 11% em 31 de agosto, recuou para 9% em 8 de setembro, marcou 6% em 14 de setembro e permaneceu nesse nível no levantamento divulgado na segunda-feira, 21.

Antes do pico, Cury tinha 2% e avançou 9 pontos percentuais em uma semana. Na pesquisa de 31 de agosto, ele assumiu isoladamente a terceira posição, atrás de Lula e Flávio Bolsonaro. No cenário estimulado, Lula aparecia com 39%, Flávio Bolsonaro, com 33%, e Cury, com 11%.

Recuo nas pesquisas

A pesquisa espontânea também registrou crescimento e queda. Cury passou de 1% para 8% entre as rodadas anteriores e a de 31 de agosto. Depois, recuou para 6% em 8 de setembro, 5% na semana seguinte e 4% no levantamento mais recente.

O eleitorado do escritor também se mostrou menos consolidado. No fim de agosto, 59% diziam ter a decisão tomada, enquanto 39% admitiam mudar de candidato. Agora, 48% afirmam que não vão mudar o voto e 52% dizem que ainda podem escolher outro nome.

Simulação de segundo turno

Na primeira simulação de confronto entre Cury e Lula, divulgada em 8 de setembro, o escritor apareceu numericamente à frente, com 45% contra 43%. A diferença estava dentro da margem de erro, configurando empate técnico.

Na rodada seguinte, Lula marcou 45% e Cury, 42%. Na pesquisa mais recente, o presidente manteve 45%, enquanto o escritor oscilou para 43%, novamente em empate técnico.

O levantamento atual estima para Cury um piso de 2% e um teto de 9% no primeiro turno. Com 6%, ele está no meio desse intervalo.

O potencial de voto do candidato é de 40%: 4% afirmam que votariam somente nele e 36% dizem que poderiam escolhê-lo. A rejeição chegou a 35%. Em 8 de setembro, o potencial era de 42% e a rejeição, de 29%. Uma semana depois, o potencial continuava em 42%, e a rejeição havia subido para 33%.

Metodologia

A 15ª rodada ouviu 2.006 pessoas por telefone entre 18 e 20 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00485/2026.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5