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Brasileiros na Nova Zelândia abrem votação para a eleição presidencial de 2026
Política

Brasileiros na Nova Zelândia abrem votação para a eleição presidencial de 2026

Votação começou às 16h de sábado, 3, no horário de Brasília; eleitores no exterior escolhem apenas o presidente.

A eleição presidencial brasileira de 2026 começou fora do país. Os 3,1 mil brasileiros aptos a votar na Nova Zelândia foram os primeiros a participar do pleito. A votação teve início às 16h deste sábado, 3, pelo horário de Brasília, o equivalente às 8h de domingo, 4, no horário local.

Na Nova Zelândia, existe uma única seção eleitoral, instalada em Wellington. Brasileiros que vivem no exterior votam exclusivamente para presidente da República.

Votação no exterior

Mesmo com a diferença de fuso horário, as seções eleitorais no Brasil e em outros países seguem o mesmo período definido pelo horário de Brasília. As urnas ficam abertas das 8h às 17h deste domingo, 4.

O eleitorado brasileiro fora do país está distribuído por 186 cidades. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 918,9 mil brasileiros estão aptos a votar no exterior.

Os Estados Unidos concentram o maior número de eleitores registrados, com 265 mil. Portugal aparece depois, com 134 mil, seguido pelo Japão, com 88,3 mil. Entre as cidades, Lisboa reúne o maior eleitorado brasileiro, com 78 mil pessoas registradas. Boston e Porto vêm na sequência.

Há também países com apenas um brasileiro registrado para votar, como a Coreia do Norte e Bangladesh.

Abstenção

O total de brasileiros registrados para votar no exterior cresceu mais de 30% desde a eleição anterior. Em 2022, eram 697 mil eleitores. O contingente atual, de 918,9 mil pessoas, é o maior da série histórica iniciada em 2010.

Apesar do aumento, a ausência às urnas segue significativa. Nas eleições de 2022, 51% dos eleitores aptos no exterior não compareceram. Em 2018 e 2014, a abstenção foi de 59%.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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