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Cury pede julgamento rápido no STF sobre caso Master
Política

Cury pede julgamento rápido no STF sobre caso Master

Candidato do Avante afirmou ter solicitado a Edson Fachin uma análise pública e rápida das petições sobre o caso.

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) afirmou neste sábado (19) que pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, um julgamento público, televisionado e rápido das petições sobre o suposto envolvimento de ministros no caso Master.

Cury esteve na CEAGESP, em São Paulo, durante uma agenda de campanha. No local, voltou a apresentar sua candidatura como alternativa a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O candidato acusou os dois grupos de terem integrantes envolvidos com o extinto Banco Master.

Segundo Cury, ele também levou o pedido a outros ministros do STF. Na avaliação dele, a solicitação de vista feita por Flávio Dino adiou a análise para depois das eleições. O candidato relacionou o atraso ao suposto envolvimento de Lula e Flávio Bolsonaro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e com o banco.

“Os dois grupos — o grupo de Lula da Silva e o grupo de Flávio Bolsonaro —, como têm vários membros envolvidos de maneira promíscua com Banco Master, eles não têm interesse de uma apuração rápida”, declarou.

Cury chamou o adiamento de uma vergonha e acusou os adversários de enfraquecerem a democracia. Ele também afirmou que pretende disputar espaço com Lula em um eventual segundo turno. Para o candidato, a possível presença de Flávio Bolsonaro nessa etapa favoreceria o petista, e o chamado voto útil seria necessário para enfrentá-lo.

Julgamento no STF

O STF analisa duas petições. A Pet 16.662, apresentada por Fachin, trata da possível relação entre diálogos retirados do celular de Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes.

Já a Pet 16.704, apresentada por Moraes, considera um relatório de inteligência da Polícia Federal sobre possíveis irregularidades na condução do caso Master por Moraes e pelo relator André Mendonça.

O pedido de vista de Dino, feito no julgamento de terça-feira (15), pode adiar as definições por até 90 dias. A votação está interrompida em 4x3, com maioria favorável à análise separada das condutas de Mendonça e Moraes.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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