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Perícia rejeitou celulares e computadores do caso Dark Horse por falhas nos lacres
Foto: Instagram/Jim Caviezel
Política

Perícia rejeitou celulares e computadores do caso Dark Horse por falhas nos lacres

Instituto de Criminalística apontou que os invólucros permitiam acesso aos equipamentos mesmo com os lacres fechados.

O Instituto de Criminalística recusou cinco celulares, 13 pendrives e nove notebooks apreendidos pela Polícia Civil na investigação sobre o filme Dark Horse. Os equipamentos foram recolhidos em 1º de junho, mas apresentavam problemas nos lacres das embalagens.

Relatórios do instituto apontaram que os invólucros foram carregados de maneira inadequada e ficaram com aberturas. Em alguns casos, o espaço permitia a entrada de cabo de alimentação e transferência de dados, “sendo possível a manipulação dos dados no interior do equipamento”.

A Polícia Civil informou que recebeu os objetos de volta para “readequar os invólucros e a aposição de novos lacres”, com o objetivo de preservar a integridade dos equipamentos e a cadeia de custódia. Depois, o material deveria retornar ao Instituto de Criminalística.

Investigação no STF

No domingo (13), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, retirou o sigilo da investigação sobre o possível direcionamento de emendas parlamentares para financiar a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão inclui o material produzido pela Polícia Civil de São Paulo sobre a Go Up, produtora responsável pelo filme.

Dino também determinou que a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo entregue à Polícia Federal todo o material bruto extraído dos celulares apreendidos, além dos aparelhos, computadores e documentos recolhidos.

O caso tem duas frentes no STF. A investigação relatada por Dino apura o possível uso irregular de emendas parlamentares. O outro inquérito sobre o filme está sob relatoria do ministro André Mendonça.

Texto produzido pela Redação Voz em Pauta com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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